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Argentina e Chile em alerta vermelho devido a vulcão


Vulcão Copahue na fronteira entre os dois países.

Autoridades ordenam evacuação de área com cerca de 3000 habitantes próxima do vulcão Copahue.

As autoridades do Chile e da Argentina lançaram um alerta vermelho e ordenaram a evacuação das zonas mais próximas do vulcão Copahue, situado na fronteira entre ambos os países e que pode entrar em erupção.

O vulcão fica na cordilheira dos Andes, a quase 3000 metros de altitude, cerca de 500 quilómetros a sul da capital chilena, Santiago.

Mais de 3000 pessoas terão de abandonar as casas, num raio de 25 quilómetros ao redor do vulcão, que tem registado uma crescente actividade sísmica nas últimas semanas.

As autoridades dizem que não é certo que o vulcão entre em erupção agora, mas existe esta possibilidade. “O vulcão está agora num processo que pode culminar com uma erupção, por isso emitimos um alerta vermelho e uma ordem de evacuação”, disse o ministro chileno do Interior,  Andres Chadwick, numa conferência de imprensa.

Do lado chileno, estima-se que 2240 pessoas tenham de ser realojadas temporariamente. Do lado argentino, serão 900, da cidade de Caviahue-Copahue, onde há uma estância de esqui.

Um alerta vermelho já tinha sido lançado em Dezembro passado, quando o vulcão Copahue começou a expelir cinzas e gases. A sua última erupção de facto ocorreu em 2000. 

Daqui: Público

O «Estadão»: Panelaço recorde contra Cristina




Chega de mentiras, chega de prepotência. Essas palavras de ordem poderiam sintetizar as muitas bandeiras levadas às ruas de Buenos Aires e de outras cidades, grandes e pequenas, em todo o território argentino, pelas multidões mobilizadas para o panelaço de quinta-feira, 8 de novembro. Só na capital 700 mil pessoas devem ter ido às ruas, segundo estimativa da administração local. Em todo o país podem ter sido 2 milhões. Os cálculos podem variar, mas ninguém negará honestamente a amplitude nacional do protesto, a participação de todas as classes e o esforço dos organizadores para evitar a tutela de partidos. Numa demonstração muito mais ampla que a de 13 de setembro, argentinos foram às ruas com gritos e cartazes contra a inflação, a corrupção, as mentiras, a insegurança, a rereeleição e as ameaças à democracia e à liberdade de imprensa. Em suma, contra um governo desmoralizado por fazer da impostura e da truculência instrumentos rotineiros de gestão e de suas ambições.
A maior parte dos erros e abusos denunciados pelos manifestantes começou no governo do presidente Néstor Kirchner. Ele morreu, mas a família permaneceu no poder e a presidente Cristina Kirchner conseguiu no ano passado reeleger-se com 54% dos votos. No primeiro mês do segundo mandato, seu índice de aprovação era de 64%. Em menos de um ano a maior parte desse capital foi consumida. Muito antes, no entanto, observadores externos haviam denunciado repetidamente os abusos e engodos convertidos em marca dos Kirchners.
Em fevereiro deste ano, a revista britânica The Economist deixou de publicar estatísticas oficiais argentinas. A decisão foi explicada em editorial com o título Don't lie to me, Argentina (Não minta para mim, Argentina). Há anos o Fundo Monetário Internacional (FMI) só divulga esses números com uma ressalva sobre sua baixa credibilidade.
O Fundo e o governo argentino combinaram há algum tempo cooperar para a reforma das estatísticas. Em setembro, a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, lamentou a falta de resultados, deu um prazo de três meses para a divulgação de números confiáveis e classificou a advertência como um cartão amarelo.
Não se trata de mitomania nem de escassez de pessoal para produzir estatísticas decentes. Sem cuidar seriamente da economia, os Kirchners deram prioridade a suas ambições políticas e fizeram do engano uma arma de uso rotineiro. A impostura se agravou a partir de 2007, com a intervenção no serviço de estatísticas e a oficialização da mentira. Pelos números do governo, a inflação anual anda em torno de 10%. Pelas contas de escritórios independentes, em cerca de 25%. Essa diferença se repete há anos e o público sente os efeitos. Em vez de ajustar sua política e atacar a inflação, o governo passou a multar quem divulga números diferentes dos oficiais.
A mesma prepotência foi usada nos últimos anos contra produtores rurais, exportadores e varejistas, para disfarçar a alta de preços. O governo conseguiu o quase milagre de criar problemas de abastecimento num país conhecido mundialmente como uma potência agropecuária.
Sem cuidar de investimentos e da produtividade, a administração Kirchner recorreu a uma combinação de protecionismo e de restrições cambiais. Isso resultou em graves prejuízos para o maior parceiro comercial do país, o Brasil, e para a própria economia argentina, privada de importações essenciais.
A arbitrariedade e a incompetência administrativa refletem-se também nas condições básicas de funcionamento do país. Apagões como o da quarta-feira confirmam o mau estado do país, mas o ministro do Planejamento, Julio de Vido, preferiu levantar a suspeita de sabotagem.
Nesse ambiente de mentira e autoritarismo, nada mais previsível que a guerra da presidente Cristina Kirchner contra os grupos de comunicação independentes. Essa mesma presidente liderou o movimento pela suspensão do Paraguai e pela admissão da Venezuela do caudilho Hugo Chávez no Mercosul. A presidente Dilma Rousseff acompanhou, fiel à política de seu antecessor de apoio a vizinhos autoritários. Muitos milhões de argentinos parecem agora discordar das preferências do governo brasileiro.
Fonte:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,panelaco-recorde-contra-cristina-,958657,0.htm

Um itinerário 'Caminhando com os pinguins'



Resumo


Duas excursões que lhe permitirá ter uma visão completa deste lugar privilegiado da Patagônia Atlântica:

- Uma visita à Península de Valdés, impressionante reserva da flora e fauna patagónica em estado puro declarada Património da Humanidade pela UNESCO.

- Um passeio até Punta Tombo, a maior colónia de pinguins de Magalhães do continente. Você caminhará literalmente junto a eles, por trilhas costeiras, no seu habitat natural.




Dia 1:

Voo Buenos Aires - Trelew. Traslado ao hotel em Puerto Madryn. Hospedagem.

Dia 2:

Excursão de dia inteiro Península de Valdés.

Dia 3:

Excursão de dia inteiro Punta Tombo e Colônia Galesa (Gaiman).

Dia 4:

Dia livre até a hora do translado ao aeroporto. Voo Trelew - Buenos Aires.

Fim dos nossos serviços.



Inclui

4 dias, 3 noites de hospedagem, com pensão indicada segundo o hotel.
Impostos.
Traslados desde e para o aeroporto em Puerto Madryn.
Excursão à Península de Valdés.
Excursão à Punta Tombo (colónia de pinguins)
Gaiman (colónia Galesa).
Não Inclui

Passagens Aéreas Buenos Aires / Trelew / Buenos Aires.
Taxa de uso da estação-aérea na cidade de Trelew.
Custo do ingresso a ambas reservas faunísticas. de ingreso a ambas reservas faunísticas.






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Monte Aconcágua, a 2ª mais alta do mundo, com 6.962 m.

Foto daqui.
Foto daqui

O monte Aconcágua - Sentinela de Pedra - tem 6 962 metros de altitude, e é simultaneamente o ponto mais alto das Américas, de todo o Hemisfério Sul e o mais alto fora da Ásia. Fica localizado nos Andes argentinos, a cerca de 112 km da cidade de Mendoza. Está localizado no Parque Provincial Aconcágua, cuja entrada fica próxima ao povoado de Puente del Inca.

Por ser a montanha mais alta das Américas desafia todos os anos montanhistas de todo mundo a escalá-la. Existem alguns locais para acampamentos para quem deseja realizar a subida da montanha: Confluência a 3 368 m de altitude, Plaza de Mulas 4 370 m – que é o acampamento base –, Nido de Condores a 5 560 m e Berlim a 5 926 m.

Mapa da sua localização

Foto daqui.

Apesar de sua altitude, o Aconcágua não é uma montanha difícil de ser escalada do ponto de vista técnico, pois para atingir o seu cume pela rota normal não é necessário que o montanhista realize escaladas técnicas. Porem a subida pela face sul do Aconcágua é considerada uma das mais perigosas do mundo. Para superar blocos de gelo do tamanho de edifícios são necessários: bom conhecimento técnico e enorme capacidade física.

O desafio que a montanha apresenta é um teste de resistência física pois o montanhista tem que superar o frio e a falta de oxigénio comum às grandes altitudes.

Fonte deste texto adaptado: Wikipedia

As 3 últimas fotos foram recolhidas aqui.
A conquista do cume foi feita por Matías Zübriggen em 14 de janeiro de 1897 que deixou a sua piqueta no cume como prova. 

O Aconcágua, que na língua quíchua significa ‘sentinela de pedra’, faz parte do circuito dos 7 cumes, onde é eleita a maior montanha de cada continente:

• Everest – Ásia – 8.850;
• Aconcágua – América, Argentina – 6.962;
• Denali (Mount McKinley) – Alaska – 6.194;
• Kilimanjaro – África – 5.895;
• Elbrus – Europa – 5.642;
• Vinson– Antártica – 4.897;
• Carstensz Pyramid – Australasia - 4.884

Apesar de estar há apenas 180 km de Mendoza e de ter uma invejável infra-estrutura de segurança e resgate, o Aconcágua é uma montanha muito desafiadora devido à sua posição geográfica (baixa latitude). O clima dos Andes é muito duro e acima dos 5.000 metros a temperatura pode chegar facilmente abaixo de -20 ºC com ventos superiores a 130 Km/h. Isso explica o baixo índice de sucesso das expedições. Em média, apenas 30% dos montanhistas conseguem atingir o cume durante a temporada - Dezembro a Março.

Existem várias vias de acesso: normal, polacos, falsa polacos, face sul, etc. Sendo que a rota normal é a mais procurada, por se tratar de uma via de trekking e que não exige conhecimentos técnicos de escalada. Porém, justamente aí está o perigo, pois muitas pessoas subestimam a montanha e se expõem a riscos desnecessários.

No Monte Aconcagua as variações do clima são tão imprevisíveis que às vezes não se pode chegar ao cume pela falta de experiência pessoal para realizar um prognóstico do clima próprio. O clima do Aconcagua está sempre relacionado com o clima do Chile.


Estas 2 últimas fotos da Laguna de Horcones foram recolhidas aqui.
Foto daqui.


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